Claire Foy terá um grande desafio na carreira: desvencilhar-se da imagem da Rainha Elizabeth da série “The Crown” para viver Lisbeth Salander em “A Garota na Teia da Aranha”. Como se não bastasse, o longa muda o rumo da franquia em Hollywood após o primeiro filme dirigido por David Fincher e estrelado por Rooney Mara. Agora, o comando fica sob as mãos de Fede Alvarez, de “A Morte do Demônio” e “O Homem nas Trevas”.

Em conversa com o site Collider, Claire Foy pede ao público e à crítica para que não subestimem o projeto. “Acho as versões suecas incríveis assim como o longa feito pelo David Fincher também. O mesmo posso dizer dos trabalhos da Rooney Mara e da Noomi Rapace. Eu estou fazendo isso desta vez, o que é estranho para mim, mas, muitas coisas, sobre isso não parecem estranhas, o que eu acho encorajador. Considero Fede incrível, genial igual ao diretor de fotografia, Pedro Luque. É uma equipe muito empolgante de se trabalhar”, disse.

Segundo Claire, o cineasta uruguaio consegue entender tanto o filme como um todo quanto o gosto do público. “Nada é feito de maneira formulaica. Sinto que está sempre apaixonado pelo projeto, o que é muito muito raro. Não é apenas um veículo para que chegue a um determinado ponto; Fede está nele e isso é adorável”, declarou.

Com estreia prevista nos cinemas brasileiros para o dia 8 de novembro, “A Garota na Teia de Aranha” acontece após os eventos de “Os Homens que Não Amavam as Mulheres”. O jornalista Mikael Blomkvist e a hacker Lisbeth Salander se veem em meio à uma teia de corrupção, espionagem e intriga internacional.

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