O Festival de Cannes premiou Sofia Coppola com a estatueta de Melhor Direção pelo trabalho no remake “O Estranho que Nós Amamos”. Ela era uma das três cineastas na briga pela Palma de Ouro junto com a japonesa Naomi Kawase e a britânica Lynne Ramsay. A cerimônia de premiação do evento francês aconteceu na tarde deste domingo.

Com Nicole Kidman, Colin Farrell, Elle Fanning e Kirsten Dunst no elenco, “O Estranho que Nós Amamos” se passa na Virginia, 1864, três anos após o início da Guerra Civil. John McBurney (Colin Farrell) é um cabo da União que, ferido em combate, é encontrado em um bosque pela jovem Amy (Oona Laurence). Ela o leva para a casa onde mora, um internato de mulheres gerenciado por Martha Farnsworth (Nicole Kidman). Lá, elas decidem cuidá-lo para que, após se recuperar, seja entregue às autoridades. Só que, aos poucos, cada uma delas demonstra interesses e desejos pelo homem da casa, especialmente Edwina (Kirsten Dunst) e Alicia (Elle Fanning).

Sofia Coppola, agora, possui um prêmio do Festival de Cannes e outro do Oscar: ela recebeu a estatueta de Melhor Roteiro por “Encontros e Desencontros”. Leia a crítica de Lucas Jardim para “O Estranho que Nós Amamos”.

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