Depois de muitos e muitos anos, parece que o Brasil vai voltar ao Oscar. As chances, ao menos, parecem boas.

Filme elogiado? Confere.

Tema importante? Confere.

Carreira internacional de respeito? Confere.

Com esses três itens, já dá até pra imaginar a Regina Casé desfilando algum modelito excêntrico no tapete vermelho da premiação. No entanto, como a gente bem sabe, os votantes do bloco de filmes estrangeiros nem sempre vão na carona dos burburinhos e dos elogios da crítica.

Então, podemos esperar de tudo em janeiro do ano que vem, quando saem os indicados (e nas semanas que antecedem, com o anúncio dos nove finalistas). Para te deixar por dentro, o Cine Set selecionou três filmes que podem atrapalhar os planos do primeiro Oscar brasileiro:

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“Son of Saul” – Hungria

Até o momento, o filme húngaro é o favorito para conquistar a estatueta de melhor filme estrangeiro. Elogiada em Cannes, a produção sai na frente já na escolha do tema: se passa em Auschwitz, durante o horror da Segunda Guerra Mundial. No festival da Riviera francesa, o filme levou três prêmios, incluindo o Grande Prêmio do Júri. As atuações podem fazer barulho nas premiações hollywoodianas.

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“Mia Madre” – Itália

Um dos países ‘queridinhos’ do Oscar, a Itália chega em 2015 com o elogiado “Mia Madre”, que também saiu de Cannes. Dirigido pelo experiente Nani Moretti, o filme mostra a crise existencial de uma mulher que tenta lidar com a perda da mãe. A película foi aplaudida de pé em Cannes.

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“The Assassin” – Taiwan

Produzido em Taiwan, o título também é da leva de Cannes. Lá, Hsiao-Hsien Hou levou o prêmio de melhor diretor. Caso a Academia esteja com vontade de premiar um filme mais controverso, essa é a chance. “The Assassin” se passa durante a dinastia Tang e tem como protagonista uma jovem assassina que deve eliminar os rivais do império. O filme é baseado em um conhecido conto chinês.

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