Principal evento de mercado audiovisual da Região Norte, o Matapi 2020’ chega à terceira edição com novo formato: o evento será 100% online entre os dias 25 e 28 de novembro. Debates sobre a produção audiovisual na Amazônia, bate-papo com players e mercados nacionais e internacionais, clínicas jurídicas, diálogos formativos e espaço de com áreas criativas farão parte da programação aberta para interessados de todo o Brasil. 

Organizado pelas produtoras amazonenses Dabacuri e Leão do Norte, o ‘Matapi – Mercado Audiovisual do Norte’ traz como principal missão reunir agentes e profissionais do audiovisual, estudantes e demais interessados em discutir, além de fomentar a cadeia produtiva do setor, contribuindo para a conexão de realizadores, produtores e players, a capacitação de profissionais do setor e o empreendedorismo visando a geração de novas oportunidades.  

Pacotes para participação no evento serão disponibilizados em breve no site do Matapi (clique aqui). Em 2020, diferente das duas primeiras edições, não serão realizadas rodadas de negócios, consultorias de projetos e pitchings. 

PAN-AMAZÔNIA EM DEBATE 

 

“Quem faz e para quem é feito o audiovisual nortistaamazoneidades, representatividades diversas, desconstrução do pensamento exotificante, articulação com os países da Pan-Amazônia e análise dos novos formatos narrativos”. Estes serão, segundo a organização, pensamentos norteadores a serem debatidos durante os três dias de evento.  

Trazendo o recorte da Pan-Amazônia, o ‘Matapi 2020’ busca debater os desafios de produção, as temáticas afro-indígenas, o estágio e desigualdades das produtoras e seus projetos na perspectiva da regionalidade internacional. No caso da região Norte do Brasil, serão abordadas as singularidades de produção, as necessidades de formação específicas e as formas e estratégias de se inserir e dialogar com o movimento de mercado, até hoje, muito pautado a partir do sudeste do país.   

“Ao participarmos de uma mesa sobre a produção na Pan-Amazônia no Talents Latinoamerica, a convite do espaço de mercado do Festival de Guadalajara, em agosto de 2020, compreendemos que a discussão apenas se iniciava. Com o entendimento de que não nos pautamos a partir de um centro, mas que somos responsáveis pela criação de novos centros, tomamos para nós o desafio de fazer do Matapi, este espaço catalisador de pensar uma produção amazônica para além das fronteiras” afirma Rodrigo Antonio, sócio da Leão do Norte e organizador do evento.  

AMÉRICA LATINA EM FOCO E PARCEIROS

 

Desta forma, a programação do Matapi 2020 ainda terá como foco os diálogos e estudos de caso centrados em países da Centro-américa e Caribe, compreendendo a internacionalização de projetos a partir de filmes e trajetórias de realizadores que vivenciam o ser e estar da identidade sociopolítica como um aspecto fundante de suas obras.

“Acreditamos que as trocas com a América Latina podem despertar os produtores da região para construção de carreira de suas obras mais próxima de suas realidades de produção e temas”, complementa Rodrigo.

Segundo a organização, toda a programação do Matapi 2020 surge de forma complementar e dialógica com os outros eventos e iniciativas nacionais, regionais e locais através de uma rede de parcerias, incluindo, o goiano SAPI (Seminário Audiovisual Para Produtoras Independentes) e o NordesteLab, que já conta com mais de 35 players confirmados em suas rodadas de negócios e inscrições abertas até 13 de setembro.

com informações de assessoria

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