A Mostra Itinerante de Audiovisual – Cine Bodó divulgou, neste domingo (3), a lista dos 44 curtas-metragens selecionados para a edição 2017. As exibições serão realizadas em cinco comunidades – quatro de Manaus e uma de Porto Velho – a partir do dia 9 de dezembro.

O Amazonas terá apenas um filme na Mostra: “Maria”, dirigido por Elen Linth. A curadoria foi composta por Fernanda Brescia (Belo Horizonte), Ivan Molina (La Paz), Laly Indacochea (Lima), Pedro Chamon (Rio de Janeiro) e Débora Ykamura (Amazônia).

A primeira sessão do Cine Bodó acontece no dia 9 de dezembro na Praça da Liberdade no bairro Riacho Doce. Já no dia 16/12, é a vez do Parque das Tribos, no Tarumã. No dia 22/12, as exibições serão na Comunidade da Sharp e, por fim, na Praça Central do bairro Armando Mendes, no dia 23/12.

A novidade desta edição será a exibição na Comunidade de Nazaré, distrito de Porto Velho, Rondônia, no dia 20 de Dezembro. As exibições sempre são gratuitas e acontecem sempre a partir das 19h.

Ao todo, o Cine Bodó recebeu 144 filmes inscritos de todo Brasil, entre ficção, documentários, ensaios e experimentais. O evento é uma mobilização da Praia de Água Doce Filmes em parceria com a Amacine Futuros Cineastas e Movimento Candirú. A Secretaria de Cultura do Estado do Amazonas, o Parque das Tribos e a Associação dos Moradores do Bairro Armando Mendes (Amabam) são os apoiadores da edição do evento deste ano.

VEJA A LISTA DE FILMES SELECIONADOS PARA O CINE BODÓ 2017:

A Bailarina, de Lucas Argenta. RS.
A Feira de São Miguel Arcanjo, de Yudji Oliveira. SP.
A Formidável Fabriqueta de Sonhos Menina Betina, de Tiago Ribeiro. PA.
A piscina de Caíque, de Raphael Gustavo da Silva. GO.
Afronte, de Bruno Victor e Marcus Azevedo. DF.
Avião, Jacarezinho, de Eduardo Guerra. SP.
Banana, de Marvin Pereira. BA.
Bixa Preta, de Coletivo Kbça D’ Nêga. RJ.
Braços abertos, de Monique Lima. RJ.
Casca de Baobá, de Mariana Luiza. RJ.
Da minha pele, de Rosa Miranda. RJ.
Domingo, de Alan Leonel. BA.
Dummies, de Bruno Barrenha. PE.
Fora da Caixa, de Edu Camargo. PR.
Fragmentos de uma Metrópole, de Guilherme Andrade. SP.
Frenética Ilusão, de Eduardo Sutil. PR.
Hic, de Alexander S. Buck. ES.
Içara, de Ricardo Lacerda. SP.
Imbilino Vai ao Cinema, de Samuel Peregrino. GO.
Inatingível, de Rodolfo de Castilhos Franco. RS.
Inocência, de Matheus Andrade. RS.
Kátharsis, de Mirela Kruel. RS.
Luiza, de Caio Baú. PR.
Maria, de Elen Linth. AM.
Maria Cachoeira, de Pedro Carcereri. MG.
Meu nome é Coraci, de Adan Sousa. GO.
mos[email protected]
Meu Rio Vermelho, de Rafael Irineu. MT.
No Fim de Tudo, de Victor Ciriaco. RN.
O Dia em que o Homem Acordou, de Elvilin Pedroso. SP.
O grito de desigual, de Wagner Abreu. RS.
O Homem que Não Cabia em Brasília, de Gustavo Menezes. DF.
O menino do dente de Ouro, de Rodrigo Sena. RN.
O que teria acontecido ou não naquela calma e misteriosa tarde de domingo no jardim zoológico, de Allan Souza Lima e Gugu Seppi. RJ.
Painho e o Trem, de Mery Lemos. PE.
Peleja no Sertão, de Fabio Miranda. CE.
Pequenos Animais Sem Dono, de Maju de Paiva. RJ.
Pobre Preto Puto, de Diego Tafarel. RS.
Quando Parei De Me Preocupar Com Canalhas, de Tiago Vieira. SP.
Sai da Frente, de Artur Bryk. SP.
Seu José, de Sileno Alexandre. RJ.
Surdez, de Gabriel Figueira. RJ.
Umbral – Depois de Morrer, de Thomaz Magalhães. GO.
Vidas Cinzas, de Leonardo Martinelli. RJ.
Viúva Negra, de Vanessa Goveia. GO.