Ao todo, 12 filmes produzidos em oito países latino-americanos, incluindo o Brasil, vão disputar o prêmio Horizontes Latinos na 65ª edição do Festival Internacional de Cinema de San Sebastián, na Espanha, em setembro.

O Brasil será representado pelos mineiros Affonso Uchoa e João Dumans que dirigiram “Arábia”, filme que no começo do ano também participou da mostra competitiva do Festival de Roterdã, na Holanda, e recebeu menção especial no Bafici, de Buenos Aires (Argentina).

Homem em fábrica mineira

Intimista e delicado, o longa mostra a história de André, um jovem que vai trabalhar em uma siderúrgica de Ouro Preto (MG) e encontra o caderno de um dos funcionários da fábrica.

Com o brasileiro disputam produções da Argentina, do Chile, da Costa Rica, do México, da República Dominicana, do Uruguai e da Venezuela.

Quem são os outros competidores?

Entre os filmes estão “La educación del Rey”, o primeiro longa-metragem do argentino Santiago Esteves, ganhador de dois prêmios do Cine en Construcción em San Sebastián; e “La novia del desierto”, das diretoras argentinas Cecilia Atán e Valeria Pivato, que ganhou o prêmio Cine en Construcción de Toulouse e foi lançado na seção Um certo olhar, do Festival de Cannes.

A chilena Marcela Said, ganhadora do Cine en Construcción em 2013, apresenta no Festival de San Sebastián seu segundo longa, “Los perros”, feito em parceria com a França e que foi exibido na Semana da Crítica de Cannes.

O Uruguai, por sua vez, competirá com “Las Olas”, produção do diretor, roteirista, ator e cantor argentino Adrián Biniez, que fez sua estreia com “Gigante”, que ganhou o Grande Prêmio do Júri do Festival de Berlim.

O ganhador do Prêmio Horizontes recebe 35 mil euros (quase R$ 130 mil).

da Agência EFE

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