O drama de guerra de Christopher Nolan, “Dunkirk”, recebeu o Oscar de Melhor Montagem na noite deste domingo (4). Este é o primeiro Oscar da carreira de Lee Smith após duas indicações por “Mestre dos Mares” e “Batman – O Cavaleiro das Trevas”.

O trabalho de Lee Smith em “Dunkirk” é complexo por precisar amarrar três linhas temporais e narrativas de modo com que nenhuma delas seja deixada de lado e não diminua o ritmo inserido por Christopher Nolan.

Tal missão é desempenhada com êxito pela forma como Smith distribui todas as histórias, gerando uma imersão completa do espectador seja por deixá-lo angustiado ao se sentir perdido igual os soldados com a noção de tempo e, depois, ao clarear tudo de maneira digna de aplausos feita na parte final de “Dunkirk”.

Smith e Nolan trabalham juntos desde “Batman Begins”. Juntos, estiveram em “O Grande Truque”, “A Origem”, “O Cavaleiro das Trevas”, “O Cavaleiro das Trevas Ressurge”, “Interestelar” e, agora, em “Dunkirk”. Outros trabalhos dele incluem “007 Contra Spectre” e “Elysium”.

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