MELHOR ATRIZ

  1. Lupita Nyong´o, por “Nós” – 186 PONTOS
  2. Scarlett Johansson, por “História de um Casamento” – 148 PONTOS
  3. Grace Passô, por “Temporada” e “No Coração do Mundo” – 81 PONTOS
  4. Florence Pugh, por “Midsommar” – 78 PONTOS
  5. Olivia Colman, por “A Favorita” – 57 PONTOS

Ana Sena

  1. Lupita Nyong´o, por “Nós”
  2. Lyna Khoudri, por “Papicha”
  3. Sakura Andou, por “Assunto de Família”
  4. Joanna Kulig, por “Guerra Fria”
  5. Dakota Johnson, por “Suspiria”
  6. Florence Pugh, por “Midsommar – O Mal não espera a Noite”
  7. Scarlett Johansson, por “História de um Casamento”
  8. Constance Wu, por “As Golpistas”
  9. Cate Blanchett, por “Cadê Você, Bernadette?”
  10. Allison Williams, por “The Perfection”

COMENTÁRIO

Poucas atuações de 2019 foram tão perturbadoras quanto a de Lupita em Nós. Seja pela voz, pelo olhar e por interpretar duas personagens tão diferentes, fez com que ela merecesse estar em primeiro lugar. Pela sua atuação que a personificação de força, coragem e determinação, Lyna em Papicha entra para a lista de ótimas atrizes. Particularmente, eu sou apaixonada pela atuação de Joanna em Guerra Fria. Uma mulher movida a paixões, assim como Dakota está belíssima e obsessiva em Suspiria. Adoro a atuação da Florence Pugh em Midsommar e é um dos pontos fortes do filme, assim como Scarlett está limpa e entregue em Histórias. Constance Wu é a adorável stripper novata, mas com cérebro e Cate Blanchett salva o filme. Allison é a grande surpresa do ano, pela sua bela atuação em The Perfection. Seu jeito manso, seu olhar sedutor e suas ações letais fazem com que o filme seja uma ótima experiência.

Caio Pimenta 

  1. Grace Passô, por “Temporada” e “No Coração do Mundo”
  2. Lupita Nyong´o, por “Nós”
  3. Dira Paes, por “Divino Amor”
  4. Sofia Boutella, por “Clímax”
  5. Joanna Kulig, por “Guerra Fria”
  6. Carol Duarte, por ‘A Vida Invisível”
  7. Scarlett Johansson, por “História de um Casamento”
  8. Beanie Feldstein, por “Fora de Série”
  9. Olivia Colman, por “A Favorita”
  10. Mame Bineta Sane, por “Atlantique”

COMENTÁRIO

Ver Lupita arrasar em “Nós” mostra a miopia de Hollywood em não dar a esta mulher melhores trabalhos. Tenho sérias restrições a “Divino Amor” pelo não aproveitamento total do universo da história, mas, Dira Paes está, no mínimo, espetacular. Sofia Boutella consegue carregar a loucura chamada “Clímax” durante toda projeção, enquanto Joanna Kulig e Carol Duarte são as almas de seus respectivas filmes. Seria “História de um Casamento” o melhor trabalho da (ótima) carreira de Scarlett Johansson? Basta um olhar para Olivia Colman roubar o Oscar de Glenn Close. Feliz o ano em que conhecemos Beanie Feldstein Mame Bineta Sane. Porém, nada, nada se compara ao que fez Grace Passô em 2019. A melhor atriz do ano, fácil.

Camila Henriques 

  1. Lupita Nyong’o, por “Nós”
  2. Julia Stockler, por “A Vida Invisível”
  3. Scarlett Johansson, por “História de Um Casamento”
  4. Glenn Close, por “A Esposa”
  5. Beanie Feldstein, por “Fora de Série”
  6. Kaitlyn Dever, por “Fora de Série”
  7. Olivia Colman, por “A Favorita”
  8. Joanna Kulig, por “Guerra Fria”
  9. Florence Pugh, por “Midsommar”
  10. Melissa McCarthy, por “Poderia Me Perdoar?”

COMENTÁRIO

Menções honrosa: Ana de Armas, Entre Facas e Segredos; Natalie Portman, Vox Lux; Nicole Kidman, Destroyer; Jessie Buckley, Wild Rose; Constance Wu, As Golpistas

Lupita finalmente ganhou um filme para mostrar todo o seu talento e o resultado foi digno de todas as hipérboles positivas possíveis e imagináveis. Julia Stockler e Joanna Kulig foram os corações de seus respectivos filmes, enquanto Scarlett Johansson e Glenn Close mostraram facetas diferentes de mulheres que se cansam de viver à sombra dos maridos. E se Beanie Feldstein e Kaitlyn Dever foram a dupla dinâmica do ano, Olivia Colman foi a base do triângulo mais irresistível do cinema. Florence Pugh se entregou de corpo e alma às loucuras de Ari Aster, e Melissa McCarthy fecha a lista com o sensível retrato de uma trambiqueira pela qual não conseguimos não torcer.

Diego Alexandre 

  1. Glenn Close, por “A Esposa”
  2. Andréa Beltrão, por “Hebe – A Estrela do Brasil”
  3. Scarlett Johansson, por “História de um Casamento”
  4. Jessie Buckley, por “As Loucuras de Rose”
  5. Melissa McCarthy, por “Poderia me Perdoar?”
  6. Julia Stockler, por “A Vida Invisível”
  7. Lupita Nyong’o, por “Nós”
  8. Olivia Colman, por “A Favorita”
  9. Dira Paes, por “Divino Amor”
  10. Carol Duarte, por “A Vida Invisível”

COMENTÁRIO

Com estreia mundial no Festival de Toronto de 2017, “A Esposa” só chegou aos cinemas brasileiros no ano passado, portanto, a interpretação magistral de Glenn Close ocupa o primeiro lugar desta lista. Tendo vencido prêmios importantes como o SAG, o Critics Choice Awards e o Globo de Ouro, parecia que o Oscar da veterana já estava garantido. Porém, a Academia preferiu premiar a britânica Olivia Colman, excelente como a Rainha Anne de “A Favorita”. Doeu para os cinéfilos ver Glenn Close, talvez a maior atriz americana viva, perder a estatueta pela sétima vez. Outra concorrente da temporada de premiações de 2019, Melissa McCarthy surpreendeu como a escritora que falsificava cartas de famosos em “Poderia me Perdoar?”. Com o filme independente “As Loucuras de Rose”, a cantora e atriz irlandesa Jessie Buckley surge com uma força avassaladora. Sem dúvida, merecia ter mais destaque nas premiações desse ano. Scarlett Johansson se firma como uma das maiores atrizes de sua geração com seu trabalho em “História de um Casamento”. Já Lupita Nyong’o mostrou sua versatilidade com a dupla performance no terror “Nós”. Impossível esquecer a voz assustadora que ela criou para uma de suas personagens no filme de Jordan Peele. No Brasil, o ano foi de Andréa Beltrão, simplesmente espetacular como a apresentadora Hebe Camargo. A atriz se preparou durante 1 ano e meio para interpretar o que talvez seja o papel mais complexo de sua carreira. Julia Stockler foi uma grande revelação, protagonizando ao lado da ótima Carol Duarte o belíssimo “A Vida Invisível”. E Dira Paes dá um show de talento e sensualidade em “Divino Amor”, garantindo lugar de honra dentre as grandes musas do cinema brasileiro.

Diego Bauer 

  1. Grace Passô, por “Temporada” e “No Coração do Mundo”
  2. Eva Melander, por “Border”
  3. Sakura Andô, por “Assunto de Família”
  4. Scarlett Johansson, por “História de Um Casamento”
  5. Paula Beer, por “Em Trânsito”
  6. Bárbara Colen, por “Bacurau”
  7. Florence Pugh, por “Midsommar”
  8. Lupita Nyong’o, por “Nós”
  9. Saoirse Ronan, por “Adoráveis Mulheres”
  10. Giulia Benite, por “Turma da Mônica: Laços”

COMENTÁRIO

Grace Passô já é, há alguns anos, uma das grandes atrizes do teatro brasileiro, e ver o resultado que a sua parceria com a Filmes de Plástico alcança me faz ter a esperança de que seu caminho no cinema seja sem volta. Border é um grande filme por ter uma protagonista muito bem desenvolvida dentro do seu universo, e isso vem através do sensível trabalho de Eva Melander, que cria uma figura hipnotizante.

Henrique Filho 

  1. Olivia Colman, por “A Favorita”
  2. Scarlett Johansson, por “História de um Casamento”
  3. Lupita Nyong’o, por “Nós”
  4. Glenn Close, por “A Esposa”
  5. Cate Blanchett, por “Cadê você, Bernadette?”
  6. Carol Duarte, por “A Vida Invisível”
  7. Melissa McCarthy, por “Poderia me Perdoar?”
  8. Florence Pugh, por “Midsommar – O mal não espera a noite”
  9. Ana de Armas, por “Entre Facas e Segredos”
  10. Beanie Feldstein, por “Fora de Série”

COMENTÁRIO

Olivia Colman ganhou o Oscar e também ganhou a minha primeira colocação aqui. Scarlett Johansson assim como seu parceiro de cena deve vir com grandes chances na temporada de premiações. O olhar de Lupita é intenso e poderoso e Glenn Close não levou o Oscar mais uma vez, mas a minha lembrança vai está aqui.

Cate Blanchett some mais uma vez em uma performance maravilhosa, apesar de um filme problemático. Carol Duarte sofre nas mãos do pai e do marido por conta do absurdo e Melissa McCarthy exibe versatilidade, pode fazer um horroroso Crimes em Happytime e ao mesmo tempo um personagem denso e real como uma falsificadora.

Convenhamos Florence Pugh não tem a intensidade de Toni Collete (Hereditário), mas mesmo assim, nos conduz em uma viagem não menos perturbadora, já Ana de Armas ajuda a solucionar um estranho assassinato. Por fim, Beanie Feldstein exibe um excelente e natural timing cômico em uma das melhores comédias do ano.

Ivanildo Pereira 

  1. Lupita Nyong’o, por “Nós”
  2. Ana de Armas, por “Entre Facas e Segredos”
  3. Scarlett Johansson, por “História de Um Casamento
  4. Florence Pugh, por “Midsommar”
  5. Beanie Feldstein, por “Fora de Série”
  6. Aenne Schwarz, por “Está Tudo Certo”
  7. Maggie Gyllenhaal, por “A Professora do Jardim de Infância”
  8. Cate Blanchett, por “Cadê Você, Bernadette?”
  9. Awkwafina, por “A Despedida”
  10. Aisling Franciosi, por “The Nightingale”

COMENTÁRIO

Na minha lista deste ano, até aparecem algumas veteranas: Blanchett, Gyllenhaal e Johansson já são atrizes estabelecidas e, ao que parecem, incapazes de errar – Johansson, em especial, tem o melhor desempenho da carreira até aqui. Mas o resto da minha lista é de novos talentos: A revelação Franciosi, a poderosa Schwarz, a carismática Feldstein e a completamente natural Awkwafina. Além delas, Pugh e de Armas se confirmam como nomes para se prestar bastante atenção no futuro, com atuações bem inteligentes e fortes que são os sustentáculos dos seus filmes. Sobre todas elas, Nyong’o está simplesmente em outro nível em Nós, vivendo dois papéis com uma força inacreditável e os olhos mais expressivos do cinema atual. É dela o trabalho de atuação feminino – melhor, trabalhos, no plural – definitivo do ano.

Lucas Pistilli 

  1. Nicole Kidman, por “O Peso do Passado”
  2. Lupita Nyong’o, por “Nós”
  3. Florence Pugh, por “Midsommar”
  4. Juli Jakab, por Entardecer”
  5. Scarlett Johansson, por “História de um Casamento”
  6. Joanna Kulig, por “Guerra Fria”
  7. Rachel Weisz, por “A Favorita”
  8. Raffey Cassidy, por “Vox Lux”
  9. Sakura Ando, por “Assunto de Família”
  10. Carol Duarte, por “A Vida Invisível”

COMENTÁRIO

Repito o que disse na resenha de “O Peso do Passado”: Nicole Kidman está operando num nível invejável de produção e qualidade hoje em dia. A meu ver, é uma das grandes atrizes de sua geração, apesar de ser constantemente subestimada (você não é a única, Amy Adams). Na lista de melhores atuações femininas de 2019, seu trabalho se une à incomparável fisicalidade de Lupita Nyong’o em seu papel duplo em “Nós” e à agonia psicológica vivida pela personagem de Florence Pugh em “Midsommar”. Juli Jakab comanda o épico “Entardecer” quase sozinha e atrizes queridinhas de outrora, como Scarlett Johansson e Rachel Weisz, emplacaram papeis aclamados que as colocaram de volta ao circuito de premiações.

Pâmela Eurídice 

  1. Scarlett Johansson, por “História de um Casamento”
  2. Florence Pugh, por “Midsommar”
  3. Viktoriya Miroshnichenko, por “Uma Mulher Alta”
  4. Elsie Fisher, por “Oitava Série”
  5. Lupita Nyong’o, por “Nós”
  6. Nicole Kidman, por “O Peso do Passado”
  7. Grace Passô, por “Temporada”
  8. Trine Dyrholm, por “Rainha de Copas”
  9. Jeanne Boudier, por “Deslembro”
  10. Penélope Cruz, por “Todos Já Sabem”

COMENTÁRIO

Pugh continua sendo uma força da natureza. Johansson se tornou essa força em Histórias de um Casamento, dificilmente conseguiremos esquecer sua discussão com Adam Driver e como ela conseguiu ir de um extremo a outro em poucos instantes. A Marvel deve ficar feliz por ter uma Viúva Negra desse porte. Miroshnichenko não fala muito, mas seu corpo fala, seu olhar fala e eles conseguem transmitir a dor de ser uma mulher traumatizada pela dor. Fisher, Boudier e Kidman também transmitem esse trauma. Já Lupita Nyong’o mostra o quanto tem crescido e merece papeis que atestem o poder de sua atuação. Penelope Cruz e Trine Dyrholm continuam roubando a cena por onde passam. E por fim, Grace Passô mostra que é um dos grandes nomes do cinema nacional.

Rebeca Almeida

 

  1. Lupita Nyong’o, por “Nós”
  2. Olivia Colman, por “A Favorita”
  3. Carol Duarte, por “A Vida Invisível”
  4. Florence Pugh, por “Midsommar”
  5. Melissa McCarthy, por “Poderia Me Perdoar?”
  6. Scarlett Johansson, por “História de Um Casamento”
  7. Penélope Cruz, por “Todos Já Sabem”
  8. Saoirse Ronan, por “Duas Rainhas”
  9. Constance Wu, por “As Golpistas”
  10. Julia Roberts, por “O Retorno de Ben”

COMENTÁRIO

Como não poderia deixar de ser, Colman manteve a melhor atuação feminina desde o lançamento de ‘A Favorita’ até a estreia de ‘Us’ nos presentear com a grande atuação de Lupina Nyong’o. Além das duas, a grande concorrência este ano foi Pugh e McCarthy, com atuações expressivas em suas carreiras. Já a presença de Carol Duarte em ‘A Vida Invisível’ é uma grata surpresa e essencial para o longa. Por outro lado, Scarlett Johansson e Penelope Cruz apresentaram trabalhos que consolidam suas carreiras em um novo patamar, assim como Julia Roberts e sua emocionante atuação em ‘O Retorno de Ben’. Enquanto isso, Saiorse Ronan e Constance Wu ganham destaque que devem render bons frutos nos próximos anos.

Walter Franco 

  1. Grace Passô, por “Temporada”
  2. Scarlett Johansson, por “História de um Casamento”
  3. Lupita Nyong’o, por “Nós”
  4. Olivia Colman, por “A Favorita”
  5. Sakura Andô, por “Assunto de Família”
  6. Joanna Kulig, por “Guerra Fria”
  7. Eva Melander, por “Border”
  8. Elsie Fisher, por “Oitava Série”
  9. Kiki Layne, por “Se a Rua Beale Falasse”
  10. Florence Pugh, por “Midsommar”

COMENTÁRIO

Menções: Lyna Khoudri (Papicha) ; Melissa McCarthy (Poderia me perdoar?) e Jeanne Boudier (Deslembro)

Chegar ao Coração do Mundo é o que nos guia nesta terra. Seria interessante ver Selma (Grace Passô em No Coração do Mundo) dizer estas palavras para Juliana (Passô em Temporada) visto que a mesma se encontra sem chão para tentar refazer sua vida. A transição de Juliana de uma pessoa quebrada pela vida para alguém capaz de se relacionar e ter amizades novamente é um deleite que só consegue ser bem transposto para a tela a partir da atuação de Grace Passô. O realismo que o filme pede e a escassez de “algo cinematográfico” encontra em Passô seu melhor condutor para a história. Por isso é interessante notar a versatilidade e talento da atriz em obras tão distintas lançadas no mesmo ano. Scarlett Johanson é bastante eficiente em entregar uma atriz sofrendo por sua separação, dividida entre sua carreira e sua “vida pessoal”. Já Lupita consegue trazer duas personagens bastante distintas em uma das melhores utilizações do caráter do duplo no cinema.

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COMO FUNCIONA O SISTEMA DE PONTUAÇÃO DO CINE SET:

Cada um dos críticos do Cine SET elege o seu ‘TOP 10’. Critério leva em conta filmes lançados nos cinemas, streaming ou televisão no Brasil entre 1 de Janeiro e 31 de Dezembro de 2019.

Para cada lista, fizemos a pontuação semelhante à da Fórmula 1:

1º lugar – 25 pontos

2º lugar – 18 pontos

3º lugar – 15 pontos

4º lugar – 12 pontos

5º lugar – 10 pontos

6º lugar – 8 pontos

7º lugar – 6 pontos

8º lugar – 4 pontos

9º lugar – 2 pontos

10º lugar – 1 ponto

Depois, tudo é somado e chegamos ao resultado final!

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