Caio Pimenta apresenta 10 diretorxs de destaque da produção local de filmes com passagens premiadas em festivais nacionais e internacionais. 

SÉRGIO ANDRADE

Sérgio Andrade começou a carreira com curtas-metragens premiados no Amazonas Film Festival como “Criminosos” e “Um Rio Entre Nós”. Com “Cachoeira”, ele venceu dois prêmios no Festival de Brasília. O primeiro longa de ficção dele, “A Floresta de Jonathas”, circulou de festivais no Brasil ao EUA até a Índia, enquanto o segundo, “Antes o Tempo Não Acabava” estreou ‘apenas’ na Mostra Panorama do Festival de Berlim. Recentemente, fez “A Terra Negra dos Kawá”, filme estrelado pela Mariana Lima e o Marat Descartes.  

ALDEMAR MATIAS

Já no documentário, o Aldemar Matias vem sendo um dos principais nomes do cinema amazonense. Os três filmes da carreira – “A Profecia de Elizon”, “Parente” e “Anos de Luz” – saíram vencedores do Amazonas Film Festival. A carreira internacional com “El Enemigo” e “When I Get Home” colecionou prêmios em festivais na Europa. Em 2019, também participou do Festival de Berlim com o primeiro longa “La Arrancada”. 

BERNARDO ABINADER

Proveniente do extinto curso de audiovisual da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), o Bernardo Abinader alcançou uma das maiores conquistas da história do cinema local com “O Barco e o Rio”, vencendo cinco Kikitos no Festival de Gramado 2020. Antes disso, já tinha feito os bons “Os Monstros” e “A Goteira”. 

RAFAEL RAMOS

Já o Rafael Ramos venceu o prêmio de melhor direção do Amazonas Film Festival logo na primeira ficção, “A Segunda Balada”. Depois, fez “A Menina do Guarda-Chuva“, o polêmico “Aquela Estrada”, que circulou diversos festivais, o documentário “Formas de Voltar Para Casa” e “Manaus Hot City”, curta recentemente adquirido pelo Canal Brasil. 

DIEGO BAUER E LEONARDO MANCINI

Parceiro do Rafael Ramos na produtora Artrupe, o Diego Bauer teve os dois últimos curtas – “Obeso Mórbido” e “Enterrado no Quintal” – selecionados para o Festival de Tiradentes. Em uma linha mais pop ligada ao cinema hollywoodiano, o Leonardo Mancini acumulou prêmios no Amazonas Film Festival com curtas como “A Doce Dama” e “Morto-Vivo”. Em 2016, participou do Anima Mundi, o maior festival de animação da América Latina, com “A Última Balada de El Manchez”. 

CRISTIANE GARCIA E FLÁVIA ABTIBOL

A mulherada também vem mandando super bem no cinema amazonense. Bom exemplo disso é a Cristiane Garcia que realizou “Nas Asas do Condor”, primeiro filme do Amazonas gravado em 35 milímetros em 30 anos. Isso foi lá nos anos 2000. Atualmente, ele finaliza o primeiro longa da carreira, “Enquanto o Céu Não Me Espera”, com o Irandhir Santos no elenco. Tem a Flávia Abtibol que já realizou os ótimos curtas “Strip Solidão”, “Dom Kimura” e “O Céu dos Índios”. 

ELEN LINTH E KEILA SERRUYA

A Elen Linth teve “Sandrine” na Mostra de Tiradentes, mas, foi com “Maria”, talvez, o melhor filme amazonense da década passada, que ela conquistou dezenas de prêmios Brasil afora. Por fim, sempre vale citar a Keila Serruya, uma artista engajada na causa negra, sempre em constante transformação, fundindo diversos tipos de manifestações artísticas. O trabalho de maior destaque dela nos cinemas foi o curta “ASSIM”, selecionado para a Mostra Alma no Olho do Festival de Roterdã 2019. 

https://www.youtube.com/watch?v=XxjxW3_sKjw

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Projeto contemplado no Prêmio Feliciano Lana, promovido pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa com recursos da Lei Aldir Blanc.

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